O documento existe, está completo, e é o mesmo que os titulares receberam. O que separa você dele não é preço — é perfil.
São cinquenta cadeiras e no máximo seis por setor. Quando um setor fecha, fecha para todos — inclusive para quem tem o dinheiro. A recusa não é julgamento de mérito, é composição de mesa.
Plano de negócios · documento de trabalho
Fale com a mesa · frequency@investmenthouse.com.br
Ativo real tokenizado que abriga um conselho de cinquenta empresários, opera um programa de imersões e financia sete empresas por ciclo. Residência de alto padrão em condomínio fechado.
01 · Sumário executivo
A Casa 01 capta R$ 16,9 milhões pela emissão fechada de 100 tokens, colocados junto a no máximo 50 empresários — mínimo de dois e máximo de três por CPF. Os recursos constroem uma residência de alto padrão sobre terreno já adquirido, capitalizam a operação de imersões e formam um fundo de R$ 5,8 milhões para investir em sete empresas por ciclo.
O titular recebe quatro retornos com prazos distintos: rendimento da operação, com alvo de 14% ao ano após a carência de obra; benefícios de acesso, com créditos de imersão e semanas de uso da casa; valorização do ativo imobiliário, cujo custo de R$ 6 milhões se compara a um mercado de R$ 7,5 a 8,5 milhões; e participação direta em todas as empresas investidas.
O ativo que se acumula ano após ano não é o metro quadrado — é o deal flow proprietário. Cada casa é uma célula replicável em qualquer praça, e a Casa 01, pronta e livre de ônus, torna-se garantia para pré-construir a Casa 02.
02 · O modelo
As camadas se alimentam, mas não se confundem. É essa separação que permite replicar a estrutura casa após casa sem misturar patrimônio imobiliário, operação e venture capital numa única promessa econômica.
Terreno de 1.000 m² em condomínio de alto padrão, já adquirido 30% abaixo do valor de mercado. Sobre ele, 650 m² de residência em steel frame com sete suítes, entregues em seis meses, e 675 m² livres para piscina, jardim e estacionamento.
Até 50 empresários por casa, distribuídos por setor com teto de seis cadeiras cada. Participam da seleção, análise e mentoria das oportunidades, com acesso ao deal flow e prioridade de co-investimento em cada rodada aprovada.
24 imersões por ano, duas por mês, com 21 participantes cada e uma semana de duração, a R$ 16 mil por participante. A elas se soma a assinatura de mentoria, que converte o egresso em receita recorrente. Outras 24 semanas do calendário são reservadas ao uso dos titulares.
Sete aportes de até R$ 1 milhão por ciclo, liberados em quatro tranches de R$ 250 mil condicionadas a milestones. As participações ficam em veículo separado, com política de alocação fixa entre veículo, titulares e mentores.
03 · Posicionamento
Cada elemento deste modelo já existe no mercado. O que não existe é a combinação — os quatro no mesmo ativo, com os mesmos donos.
| Categoria | Ativo real | Renda | Comunidade | Venture | Uso do bem |
|---|---|---|---|---|---|
| Clube de pares · YPO, EO, Vistage | não | não | sim | não | não |
| Fundo imobiliário de tijolo | sim | sim | não | não | não |
| Clube de investimento anjo | não | não | sim | sim | não |
| Multipropriedade e fracionário | sim | pouca | não | não | sim |
| Investment House | sim | sim | sim | sim | sim |
A defesa competitiva não é o imóvel — qualquer um constrói uma casa. É o deal flow proprietário que se acumula a cada imersão, e a rede de titulares que se torna mais valiosa a cada casa aberta. São ativos que levam anos para replicar e que não se compram.
04 · A rede e a casa
Este documento descreve a Casa 01. As casas seguintes usam a mesma engenharia com parâmetros próprios — e a separação abaixo é o que torna o modelo replicável sem virar outra coisa a cada emissão.
| Regra | Definição |
|---|---|
| Tokens por casa | 100, emissão única e definitiva |
| Titulares | até 50 |
| Por CPF | mínimo 2, máximo 3 |
| Piso do token | R$ 160.000 · ≈ US$ 30 mil |
| Teto por setor · casas mistas | 6 cadeiras |
| Corretagem, gestão e administração | 16% da captação |
| Carência | 6 meses de obra |
| Primeira janela de liquidez | mês 18 |
| Governança | presidência rotativa, comitê com mandato de 2 anos |
| Trilhas de capital por projeto | 3 |
| Parâmetro | Na Casa 01 |
|---|---|
| Valor do token | R$ 160.000 e R$ 190.000 |
| Vocação | mista, dez setores |
| Praça | condomínio de alto padrão, Brasil |
| Programa do imóvel | 650 m², sete suítes |
| Formato da imersão | 24 por ano, 21 participantes, R$ 16 mil |
| Fundo de investimento | R$ 5.796.000 |
| Empreendimento que a mesa ergue | portfólio de sete empresas por ciclo |
O custo de operar uma casa é praticamente o mesmo em qualquer escala: as 24 imersões, a equipe e a manutenção custam igual numa casa de R$ 16 milhões e numa de R$ 100 milhões. Como esse custo não acompanha o ticket, quanto maior o valor do token, maior a fatia da captação que sobra para o empreendimento.
| Valor do token | Captação | Operação e reserva | Sobra para o empreendimento | % da captação |
|---|---|---|---|---|
| R$ 160.000 | R$ 16,0 M | R$ 2,4 M | R$ 5,0 M | 31,5% |
| R$ 500.000 | R$ 50,0 M | R$ 2,4 M | R$ 27,6 M | 55,2% |
| R$ 1.000.000 | R$ 100,0 M | R$ 2,4 M | R$ 61,6 M | 61,6% |
Números ilustrativos, com imóvel proporcional ao porte e a mesma taxa de 16%. O ponto não é a precisão de cada linha: é que a curva de eficiência sobe com o ticket — e é isso que torna as casas verticais de grande porte, como uma que erga um hospital, mais eficientes que a primeira casa, e não menos.
Ticket maior não é retorno maior por token — é mais capital produtivo por real captado. O retorno de cada titular continua dependendo do desempenho do empreendimento, da ocupação das imersões e do valor do imóvel, exatamente como nesta casa.
05 · O ativo imobiliário
| Referência | Valor | Por m² construído |
|---|---|---|
| Casas de 500 m² | R$ 5 – 8 M | R$ 10.000 – 16.000 |
| Casas de 600 m² | R$ 8 M | R$ 13.333 |
| Casa 01 · 650 m² projetados | R$ 7,5 – 8,5 M | R$ 11.500 – 13.000 |
| Casas de 1.000 m² | R$ 8 – 10 M | R$ 8.000 – 10.000 |
| Casas de 1.500 m² | R$ 13 M | R$ 8.667 |
Casas menores negociam a valor por metro mais alto neste condomínio — cerca de R$ 13.000/m² na faixa dos 500 a 600 m² contra R$ 9.000/m² acima de 1.000 m². Construir 850 m² elevaria o custo do imóvel para R$ 7,7 milhões contra venda de R$ 8 a 9 milhões, reduzindo a margem de R$ 1,5 – 2,5 milhões para R$ 0,3 – 1,3 milhão. O terreno de 1.000 m² permite projetar desde já uma ala futura de três suítes, expandindo sem demolição quando a demanda provar.
Térreo com hall de pé-direito duplo e lareira, sala do conselho para 21 lugares, deal room reservada, salão social com bar e adega climatizada, sala de jantar para 24, cozinha profissional e spa com sauna e academia. Pavimento superior com sete suítes, todas com varanda e closet, suíte master e biblioteca em mezanino. Externamente, piscina aquecida de 12 metros com deck, fire pit, terraço coberto, jardim projetado e dez vagas cobertas.
06 · Captação e aplicação dos recursos
| Lote | Tokens | Preço | Subtotal |
|---|---|---|---|
| Fundador · na planta | 70 | R$ 160.000 | R$ 11.200.000 |
| Segundo · após o início da obra | 30 | R$ 190.000 | R$ 5.700.000 |
| Total | 100 | — | R$ 16.900.000 |
O segundo lote custa mais porque entra com a obra em andamento e o fundo já constituído: quem entra primeiro paga menos por assumir o risco de construção. É a lógica de planta, obra e pronto, praticada há décadas no mercado imobiliário.
| Destinação | Valor | % |
|---|---|---|
| Terreno · 1.000 m², já adquirido | 700.000 | 4,1% |
| Construção e acabamento · 650 m² a R$ 7.000/m² | 4.600.000 | 27,2% |
| Mobiliário e equipamento | 700.000 | 4,1% |
| Fundo de investimento em startups | 5.796.000 | 34,3% |
| Operação e reserva de liquidez | 2.400.000 | 14,2% |
| Corretagem, gestão e administração | 2.704.000 | 16,0% |
| Total captado | 16.900.000 | 100% |
O terreno é adquirido antes da captação, com capital da Investment House, e transferido à SPE pelo valor de mercado apurado em laudo independente — não pelo custo. A empresa recupera o desembolso e realiza a margem entre o preço pago e o de mercado, que é a remuneração por ter originado o ativo abaixo do praticado.
Nem o terreno nem o capital pré-operacional se convertem em tokens: a empresa não retém participação na casa, e a integralidade dos 100 tokens é colocada junto aos titulares ou ao proprietário do lote no modelo de parceria descrito na seção 13.
07 · A operação
| Linha | R$ |
|---|---|
| Imersões · 24 programas × 21 participantes × R$ 16.000 | 8.064.000 |
| Assinaturas de mentoria | 3.000.000 |
| Custo variável das imersões | (3.270.000) |
| Entrega da mentoria | (900.000) |
| Custo fixo da casa, equipe e captação | (3.100.000) |
| Tributos sobre serviços | (1.550.000) |
| Resultado distribuível · R$ 22.440 por token | 2.244.000 |
| Uso | Semanas | Função |
|---|---|---|
| Imersões | 24 | Gera a renda distribuída |
| Uso dos titulares | 24 | Benefício de acesso |
| Manutenção | 4 | Conservação e preparação |
Vender 504 vagas por ano a R$ 16 mil é uma operação comercial dedicada, não consequência da casa. O custo fixo já inclui R$ 1,2 milhão anual de captação — cerca de R$ 2,4 mil de custo de aquisição por vaga, ou 15% do ticket. A equipe comercial precisa estar em campo desde o mês 1, durante a obra, e não a partir do mês 7.
08 · O programa de imersão
A capacidade da casa não vem da metragem — vem do formato. Cada imersão recebe 21 participantes divididos em três esquadras de sete, e cada esquadra constrói um projeto até o MVP com apoio de uma equipe de tecnologia residente. Ao final da semana, um dos três é escolhido.
| Dias | Etapa |
|---|---|
| 1 | Diagnóstico individual e formação das três esquadras por complementaridade de competência |
| 2 – 3 | Sessões com mentores convidados: visão de mercado, nova economia, equity e valuation |
| 3 – 5 | Construção do projeto com a equipe de tecnologia — modelo de negócio, unit economics e MVP funcional |
| 5 | Validação com clientes potenciais e especialistas do setor. Tese fechada. |
| 6 | Deal room: os três projetos são apresentados e os 21 participantes elegem um. Contrato social, acordo de sócios e conselho assinados no mesmo dia. |
| 7 | Entrega do vencedor: site no ar, sistema publicado, nicho definido e roadmap de registro |
No sexto dia o vencedor já tem site no ar, sistema publicado, nicho definido e sete fundadores — a esquadra que o construiu. No mesmo dia são assinados o contrato social, o acordo de sócios e a constituição do conselho consultivo. Os dois projetos não escolhidos permanecem com seus criadores, com o MVP e todo o material produzidos na semana.
| Quando | Ato |
|---|---|
| Dia 6 | Os 21 participantes elegem o projeto vencedor. Contrato social e acordo de sócios assinados, conselho constituído e compromisso de subscrição firmado. |
| Assembleia seguinte | O conselho fundador da casa vota o aporte inicial do veículo de venture na empresa eleita. |
| Até 7 dias | Registro na Junta Comercial e obtenção do CNPJ — a empresa ganha personalidade jurídica. |
| Após o CNPJ | Integralização do capital e emissão dos tokens contra o capital registrado. |
A sociedade existe entre os sócios desde a assinatura do contrato social, mas até o registro ela responde como sociedade em comum, com responsabilidade ilimitada e solidária dos sócios. Firmar o compromisso no dia 6 e integralizar após o CNPJ preserva tudo o que a semana produziu — fundadores, conselho e investidores comprometidos — sem expor patrimônio pessoal e sem receber recursos numa conta que ainda não existe.
A esquadra vencedora — sete pessoas — é o quadro societário. Os demais participantes da semana e os titulares da casa recebem token da empresa: direito econômico sobre resultados e valorização, sem participação no capital social. A empresa nasce com trabalho feito, mercado mapeado e uma mesa que conhece a tese desde a origem — e com a cap table enxuta.
| Quem | Instrumento | No quadro societário | Recebe |
|---|---|---|---|
| Os sete fundadores | Quotas | sim | Controle e resultado |
| Veículo de venture da casa | Quotas ou conversível | sim | Participação do aporte |
| Titulares de token da empresa | Contrato de participação | não | Resultado e valorização |
O Marco Legal das Startups (LC 182/2021, art. 5º) admite aporte que não resulta em participação no capital social: o titular não é sócio, não tem direito a voto ou gerência e não responde por dívidas da empresa, mas participa dos resultados. É o que permite que dezenas de pessoas ganhem com o crescimento sem fragmentar a cap table — uma empresa com vinte e oito quotistas é praticamente inviável de captar a rodada seguinte, enquanto uma com sete sócios e vinte e um titulares de contrato de participação capta normalmente. O instrumento exato é definido pela assessoria jurídica caso a caso.
O programa combina o que se ensina em educação executiva com o que normalmente não se ensina em lugar nenhum:
Fundadores e executivos de empresas de porte, nacionais e internacionais, investidores com histórico verificável e criadores com operação real por trás da audiência. A curadoria é feita imersão a imersão.
É a creator economy da vida real, não a das redes sociais — gente que construiu empresa, e não gente que fala sobre construir.
Os nomes não são divulgados previamente. Publica-se o padrão de quem senta à mesa, nunca a lista — o mesmo princípio que rege o endereço da casa. Quem estará em cada semana é informação de quem já está na casa, e parte da força do encontro está exatamente aí.
Parte da remuneração dos mentores recorrentes se dá em créditos de participação, o que os alinha ao resultado das empresas que ajudam a criar.
O endereço da casa, a composição da mesa e os mentores de cada semana são informação de quem está dentro. Divulga-se o critério de seleção, não o nome de quem foi selecionado. É a discrição que sustenta a franqueza da conversa — ninguém fala abertamente numa sala cujo conteúdo circula depois.
| Garantia | Como funciona |
|---|---|
| Avaliação diária mútua | Ao fim de cada dia, casa e participante avaliam se a permanência faz sentido para ambos. É o mecanismo que protege o nível do grupo — de um lado e do outro. |
| Crédito integral | Quem concluir a semana e considerar que ela não valeu recebe o valor de volta em crédito na plataforma, utilizável nos demais programas e serviços. |
| Desistência | O participante que sair antes do fim recebe de volta a parcela proporcional ao que não foi consumido. |
A avaliação diária é incomum e deliberada: numa sala de 21 pessoas, um participante fora de nível custa a semana inteira dos outros vinte. O critério de entrada é rigoroso justamente para que o critério de saída raramente precise ser usado.
CEOs, diretores e gerentes; empresários e fundadores; profissionais liberais e autônomos de renda elevada — médicos, advogados, comerciantes. O corte não é de faturamento, é de disposição: o programa exige a semana inteira e presença integral.
Três esquadras de sete é o limite em que cada participante ainda tem acesso individual aos mentores e uma função real dentro do projeto. Acima disso, a sessão vira palestra, a esquadra vira plateia e o ticket deixa de se sustentar. O número 21 é o programa, não a metragem — e é ele que define as sete suítes, não o contrário.
09 · O portfólio de venture
| Etapa | Volume |
|---|---|
| Participantes por ano | 504 |
| Projetos construídos em esquadra · 3 por imersão | 72 |
| Escolhidos no deal room · 1 por imersão | 24 |
| Submetidos a diligência | 18 |
| Investidas · até R$ 1 milhão cada | 7 |
Cada aporte de R$ 1 milhão sai em quatro parcelas de R$ 250 mil: constituição e MVP, validação, tração de receita e expansão. Empresa que não atinge o critério não recebe o restante. Nenhuma imersão tem obrigação de gerar empresa — o objetivo é produzir oportunidades investíveis.
Vinte e quatro projetos são eleitos por ano, um por imersão, e sete recebem o aporte integral. Os demais não são descartados: entram no programa de aceleração e voltam ao conselho depois de maturados. É o que garante que a semana sempre entrega — para o participante e para o ecossistema.
| Trilha | Capital | Origem | Por ano |
|---|---|---|---|
| Aporte aprovado pelo conselho | R$ 1.000.000 | Fundo da casa | 7 empresas |
| Pool dos participantes da imersão | conforme adesão | Os 21, em veículo único | quando houver interesse |
| Aceleração · projeto não aportado | R$ 50.000 | Investment House e CEASA Bank | até 17 empresas |
A aceleração custeia infraestrutura — hospedagem, desenvolvimento, contabilidade e ferramentas — até a empresa alcançar métricas que permitam nova apresentação ao conselho ou entrada em rodada de mercado. Em contrapartida, a Investment House recebe participação por instrumento conversível, que se converte na rodada seguinte.
Os vinte e um participantes da semana podem constituir, se assim decidirem, um pool de investimento no projeto vencedor, com estruturação do CEASA Bank e da Investment House. O pool entra como veículo único na cap table — não como vinte e um investidores individuais — e nas mesmas condições do aporte da casa, nunca em condições piores.
Somado ao cheque do conselho, isso permite que a empresa deixe a semana com uma rodada semente completa: capital, infraestrutura, conselho formado e um grupo de investidores que acompanhou a construção dia a dia.
Uma oferta de investimento dentro de um evento pago, a pessoas que acabaram de viver uma semana intensa, é situação que exige rigor. O pool só opera com todas estas condições:
Os R$ 50 mil não saem do fundo da casa. Se o conselho decidiu não aportar, aplicar o dinheiro dos titulares assim mesmo contrariaria o próprio voto. A aceleração é capital da Investment House e do CEASA Bank, e a participação decorrente pertence a eles — não ao veículo dos titulares.
Dezessete acelerações por ano representam R$ 850 mil anuais de capital próprio, valor relevante diante da receita da primeira casa. O programa deve ser escalonado: poucas acelerações no primeiro ano, ampliando conforme a receita recorrente de gestão cresce com a abertura de novas casas.
| Destino da participação | Fatia | Equivalente |
|---|---|---|
| Veículo de investimento | 70% | 7% da empresa |
| Pool direto dos titulares | 20% | 2% da empresa |
| Mentores e parceiros | 10% | 1% da empresa |
| Por token da casa, entregue diretamente | — | 0,02% por empresa |
Toda empresa eleita é tokenizada, aportada ou não. O token da startup é instrumento próprio, separado do token da casa, e nasce negociável em corretora. Quando o conselho não aporta, os demais participantes da imersão podem investir diretamente na empresa pelo mesmo instrumento — o titular decide caso a caso: manter, dobrar no co-investimento, vender a posição ou não entrar.
10 · O instrumento
RWA — real world asset — é a classe dos ativos reais representados digitalmente. O token não é uma moeda que oscila com o humor do mercado: é a fração de uma casa que existe, com escritura, matrícula e laudo de avaliação. O que muda é o trilho.
| Imóvel tradicional | Token da Casa 01 | Criptomoeda | |
|---|---|---|---|
| Lastro | Um imóvel | Um imóvel | Nenhum |
| Entrada | R$ 8 milhões | R$ 160 mil | Qualquer valor |
| Transferência | Cartório, meses | Digital, com preferência | Instantânea |
| Rendimento | Aluguel | Operação e portfólio | Nenhum |
| Uso do bem | Integral | 24 semanas por ano | Não se aplica |
| Oscilação | Baixa | Baixa | Alta |
Os 100 tokens são emitidos uma única vez e a função de emissão é permanentemente desativada no contrato. Não é uma promessa de não emitir mais: é a impossibilidade de fazê-lo, conferível por qualquer um. O token é indivisível — um token corresponde a uma cadeira e a 1% da casa — e transferível a qualquer tempo, com direito de preferência dos demais titulares.
| Item | Definição |
|---|---|
| Teto de emissão | 500 créditos |
| Equivalência no portfólio | 1/10 de um token |
| Participação por empresa | 0,002% |
| Valor a custo | R$ 5.040 |
| Diluição do titular | nenhuma |
O crédito de participação é instrumento separado — não é token e não circula. Remunera palestrantes, mentores e parcerias sem consumir caixa da casa, dá direito apenas a resultado do portfólio e não converte em token em nenhuma hipótese. O teto de 500 não é arbitrário: corresponde exatamente ao 1% de cada empresa já reservado a mentores. Acima disso não há de onde emitir, e por isso a participação do titular permanece em 0,02% por empresa.
11 · A infraestrutura
| Camada | Função | Padrão |
|---|---|---|
| Ativo | SPE proprietária, escritura, matrícula e patrimônio de afetação | Registro de imóveis |
| Registro | Emissão, titularidade e liquidação dos tokens da casa e das empresas | BTZ Chain · ISO 20022 |
| Mercado | Negociação dos tokens das empresas investidas | CEASA Bank e corretoras |
| Acesso | Posição, rendimento e documentos; espelhamento para outras redes | Aplicativo do titular |
Num fundo de venture tradicional, o cotista espera de sete a dez anos pela saída. Com praça de negociação, a participação nas empresas nasce negociável e o titular decide quando ficar e quando sair. Ressalva honesta: instrumento negociável não é sinônimo de líquido — a liquidez se forma com volume, e no início o livro será fino.
12 · Retorno ao titular
| Motor | Valor | Prazo |
|---|---|---|
| Rendimento da operação | R$ 22.440 / ano | Mês 7 em diante |
| Créditos de imersão · 1 por token ao ano | R$ 16.000 / ano | Anual |
| Valorização do imóvel | R$ 15.000 – 25.000 | Mês 18 |
| Portfólio · R$ 57.960 por token a custo | R$ 123.000 – 169.000 | Ano 7 – 10 |
| Momento | Alvo | Composição |
|---|---|---|
| Entrada · lote fundador | R$ 160.000 | Preço de emissão |
| Ano 1 | R$ 150.000 | Obra e curva J do portfólio |
| Ano 2 | R$ 199.000 | Casa entregue e operando |
| Ano 7 | R$ 476.000 | Com maturação do portfólio |
O primeiro ano fica abaixo do investido. É o comportamento normal de um projeto em construção com portfólio recém-formado, e está declarado porque escondê-lo destrói mais confiança do que qualquer número ruim.
| Venda | Líquido de RET 4% | Por token |
|---|---|---|
| R$ 7.500.000 | R$ 7.200.000 | R$ 72.000 |
| R$ 8.000.000 | R$ 7.680.000 | R$ 76.800 |
| R$ 8.500.000 | R$ 8.160.000 | R$ 81.600 |
Com o imóvel livre de ônus, um refinanciamento a 50% do valor levanta cerca de R$ 4 milhões — R$ 40 mil por token, sem incidência de imposto, porque dívida não é renda. Os juros de aproximadamente R$ 600 mil ao ano ficam cobertos mais de seis vezes pelo EBITDA da operação. A casa continua operando e o portfólio segue vivo até maturar. A venda permanece como opção, por voto de dois terços dos titulares.
13 · Cronograma
| Período | Marco |
|---|---|
| Mês 0 | Lote fundador colocado. Equipe comercial das imersões em campo. |
| Mês 1 – 6 | Aprovação no conselho de arquitetura e obra até o habite-se. Segundo lote aberto. Carência, sem distribuição. |
| Mês 7 | Primeira imersão e primeira distribuição. Créditos e semanas de uso passam a valer. |
| Mês 7 – 18 | Operação plena, assinaturas de mentoria e seleção das sete empresas do ciclo. |
| Mês 12 | Casa 01 livre de ônus é oferecida em garantia para pré-construir a Casa 02, por voto de dois terços. |
| Mês 18 | Janela de liquidez: refinanciamento ou venda, por maioria qualificada. |
| A qualquer tempo | Tokens das empresas negociáveis em corretora. |
| Ano 7 – 10 | Maturação plena do portfólio. |
14 · Composição do conselho
A diversidade de expertise é a qualidade da diligência, que é a qualidade do retorno. Se um único setor dominasse a mesa, o conselho só saberia avaliar oportunidades do próprio ramo.
| Regra | Definição |
|---|---|
| Setores representados | 10 |
| Teto por setor | 6 cadeiras |
| Reserva de composição alocada pelo conselho | 8 cadeiras |
| Mínimo por setor | nenhum |
Setores: capital e finanças, saúde, tecnologia, direito e regulatório, indústria, agronegócio, varejo e consumo, construção e imobiliário, educação e serviços, marketing e mídia. O teto sem mínimo garante a mistura sem nunca travar a colocação.
As Casas 01 e 02 são mistas, com os dez setores na mesma mesa. A partir da Casa 03, o modelo admite casas verticais — 50 titulares do mesmo setor. Numa casa vertical, a empresa investida nasce com cinquenta clientes potenciais dentro de casa, o que resolve o problema mais caro de qualquer startup: distribuição.
15 · Estrutura societária e tributária
Um instrumento que reúne rendimento, valorização, exposição a portfólio e expectativa de negociação tende a ser caracterizado como valor mobiliário pela essência econômica dos direitos, e não pela nomenclatura. A distribuição por corretor com CRECI é adequada à intermediação imobiliária, não à distribuição de valores mobiliários, e a negociação de tokens de empresas por corretora é atividade que exige autorização. A arquitetura recomendada separa o instrumento imobiliário do instrumento de venture, com assessoria jurídica especializada definindo a forma de oferta antes de qualquer captação.
16 · Governança
| Decisão | Instância | Quórum |
|---|---|---|
| Operação diária da casa e das imersões | Gestora | — |
| Pauta da assembleia e representação da casa | Presidente do mês | — |
| Acompanhamento de ocupação, caixa, obra e portfólio | Conselho do mês | — |
| Escolha do projeto vencedor da imersão | Os 21 participantes | maioria simples |
| Aporte inicial do veículo na empresa eleita | Conselho fundador | maioria simples |
| Diligência, estruturação e condições do aporte | Comitê de investimento | maioria simples |
| Liberação de tranche por milestone | Comitê de investimento | maioria simples |
| Caução do imóvel para financiar a casa seguinte | Assembleia dos titulares | 2/3 |
| Venda do imóvel | Assembleia dos titulares | 2/3 |
| Alteração da política de alocação do portfólio | Assembleia dos titulares | 2/3 |
| Realocação de recursos entre destinações | Assembleia dos titulares | 2/3 |
A casa gira seus postos como um clube de pares, mas separa o que gira do que precisa de continuidade. Cada função tem o ritmo que sua responsabilidade exige.
| Posto | Duração | Vagas por ano | Responsabilidade |
|---|---|---|---|
| Anfitrião da imersão | 1 semana | 24 | Recebe a turma, abre e encerra a semana, apadrinha as três esquadras |
| Presidente da casa | 1 mês | 12 | Conduz a assembleia do mês, representa a casa e responde pela pauta |
| Comitê de investimento | 2 anos | renovação escalonada | Decide aportes e liberação de tranches |
São 36 posições de liderança por ano entre 50 titulares: quase todo membro exerce alguma função a cada exercício, e em cerca de quatro anos todos terão presidido a casa. É o mecanismo que transforma cotista em dono — não pelo papel, pelo posto.
A cada mês, o presidente conduz um conselho de acompanhamento com três titulares sorteados entre os setores representados. Ele não decide investimentos: revisa ocupação das imersões, caixa, andamento da obra e evolução do portfólio, e reporta à assembleia. É o contrapeso que mantém a gestora sob observação permanente sem fragmentar a decisão fiduciária.
Composto por cinco membros: três titulares eleitos entre os setores representados, um indicado pela gestora e um especialista externo sem vínculo com nenhuma das partes. Mandato de dois anos, com renovação escalonada — uma ou duas cadeiras por exercício, de modo que sempre haja continuidade e sempre haja renovação. Membro com interesse direto ou indireto numa oportunidade declara conflito e se abstém, com registro em ata.
Um aporte leva de três a seis meses do primeiro contato ao fechamento, e as tranches por milestone correm por 18 a 24 meses. Com rotação mensal, cada empresa seria avaliada por uma composição diferente a cada etapa, e ninguém acompanharia uma tese do início ao fim. A rotação constrói pertencimento; a continuidade protege o capital. A casa faz as duas coisas, em postos separados.
Todas as deliberações ocorrem no aplicativo da casa, com voto confidencial e prazo de 72 horas após o deal room. Quórum de maioria simples dos votantes, apuração automática e ata registrada na chain. O sigilo do voto é deliberado: numa mesa de cinquenta pessoas que se conhecem, voto aberto vira constrangimento e a decisão deixa de ser técnica.
A participação do conselho na seleção é consultiva e técnica. O poder deliberativo sobre a aplicação de recursos permanece nas instâncias formais do veículo, conforme a separação que a estrutura societária estabelece.
17 · Escalabilidade
O modelo não depende deste terreno nem desta cidade. Ele precisa de três coisas que existem em dezenas de praças no Brasil e no mundo: um condomínio de alto padrão, cinquenta empresários dispostos a sentar à mesma mesa, e um mercado onde nascem empresas.
| Indicador | Uma casa | Dez casas |
|---|---|---|
| Captação | R$ 16,9 M | R$ 169 M |
| Titulares | 50 | 500 |
| Imersões por ano | 24 | 240 |
| Empresas investidas por ano | 7 | 70 |
O modelo de terreno próprio exige capital da empresa antes de qualquer captação. O modelo de parceria dispensa esse capital e é o que permite abrir várias casas em paralelo.
| Modelo | Terreno próprio | Parceria com o proprietário |
|---|---|---|
| Origem do lote | Comprado pela empresa | Aportado pelo dono |
| Contrapartida | Reembolso a valor de laudo | Até 3 tokens + saldo em dinheiro |
| Capital próprio por casa | R$ 1,5 – 1,8 M | R$ 770 mil |
| Capital para dez casas | R$ 15 – 18 M | R$ 7,7 M, reciclável |
Num lote avaliado em R$ 1 milhão, o proprietário recebe R$ 520 mil em dinheiro na captação e 3 tokens no valor de R$ 480 mil — o limite por CPF, respeitado. Ele passa a integrar o conselho fundador, com renda, créditos de imersão, semanas de uso e participação no portfólio. O alvo dos três tokens no ano 7 é de R$ 1,428 milhão. Em vez de liquidar um ativo parado por R$ 1 milhão, ele o converte em posição num ecossistema em operação.
A Casa 01, pronta e livre de ônus, é oferecida em garantia para levantar cerca de R$ 4 milhões — suficiente para comprar o terreno da Casa 02 e tocar a obra até o terceiro mês. A dívida é quitada com a captação da Casa 02, em quatro a seis meses. A Casa 02 nasce entregue, vende mais rápido e sustenta o preço sem desconto de risco.
| Item | Valor |
|---|---|
| Fee de garantia · 2,5% a.a. sobre o valor caucionado | ~R$ 75.000 |
| Tokens da Casa 02 rateados entre os 100 titulares | 3 tokens |
| Prioridade de subscrição ao preço do lote fundador | R$ 160.000 |
| Aprovação da caução | 2/3 dos votos |
18 · Receita da Investment House
| Fonte | Base | Periodicidade |
|---|---|---|
| Corretagem, gestão e administração | 16% da captação | Na emissão |
| Gestão da operação da casa | 20% do EBITDA | Anual |
| Participação no resultado do portfólio | 20% do ganho | Na realização |
| Transferência de token no secundário | 2% da operação | Por transação |
| Tokens da casa retidos pela empresa | nenhum | — |
A taxa de 16% remunera a corretagem, a gestão e a administração da emissão; seu rateio entre corretores, assessores e equipe é política interna da Investment House. A empresa não retém tokens e não dilui o titular no patrimônio da casa — a parte maior de sua remuneração está na gestão da operação e no resultado do portfólio.
Antes de captar um real, a empresa desembolsa o capital que torna a casa vendável:
| Item | Valor | Como é recuperado |
|---|---|---|
| Terreno · no modelo próprio | R$ 700 mil – 1 M | Reembolso a valor de laudo |
| Projeto arquitetônico e aprovações | R$ 200 mil | Despesa pré-operacional |
| Render, material de vendas e site | R$ 120 mil | Despesa pré-operacional |
| Estruturação jurídica e societária | R$ 150 mil | Despesa pré-operacional |
| Equipe comercial até a primeira colocação | R$ 300 mil | Despesa pré-operacional |
| Capital em risco antes da captação | R$ 1,5 – 1,8 M | Taxa de 16% e margem do terreno |
Na Casa 01 a taxa de 16% cobre o canal de vendas e o desenvolvimento do modelo, deixando margem estreita. O resultado da empresa vem da gestão recorrente, do carry do portfólio e da Casa 02 em diante — quando projeto, contratos, material de vendas e equipe já estão prontos e o custo de originação por casa cai drasticamente.
Com dez casas operando, a receita recorrente de gestão supera R$ 7,5 milhões ao ano. É essa linha que faz a plataforma valer múltiplo, e não a margem de cada emissão isolada.
19 · Estrutura de gestão
A casa exige operação profissional e permanente, não administração eventual. As funções abaixo compõem a estrutura mínima; os nomes que as ocupam são apresentados na reunião individual com cada candidato ao conselho.
| Função | Responsabilidade | Dedicação |
|---|---|---|
| Direção geral | Estratégia da rede, relação com o conselho e abertura de novas casas | integral |
| Direção da casa | Operação, hospitalidade, qualidade do programa e experiência | integral |
| Direção comercial | Colocação dos tokens e venda das 504 vagas anuais | integral |
| Gestão de portfólio | Diligência, estruturação dos aportes e acompanhamento das investidas | integral |
| Curadoria de conteúdo | Programa das imersões, mentores e assinatura de mentoria | parcial |
| Administração e controladoria | Contabilidade das três entidades, prestação de contas e compliance | parcial |
20 · Projeção da plataforma
Projeção da receita bruta da Investment House considerando abertura progressiva de casas. A taxa de emissão remunera majoritariamente o canal de vendas; a receita de gestão é a linha que permanece e se acumula.
| Ano | Casas abertas | Em operação | Taxa de emissão | Gestão recorrente | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 1 | 0,5 | 2,7 | 0,4 | 3,1 |
| 2 | 1 | 1,5 | 2,7 | 1,1 | 3,8 |
| 3 | 2 | 3,0 | 5,4 | 2,3 | 7,7 |
| 4 | 3 | 5,5 | 8,1 | 4,2 | 12,3 |
| 5 | 3 | 8,5 | 8,1 | 6,5 | 14,6 |
A partir do quinto ano a receita de gestão sozinha supera R$ 6,5 milhões anuais e independe de novas emissões — é ela que dá à plataforma valor de múltiplo, e não a margem de cada casa isolada. A participação no resultado do portfólio, não projetada acima, começa a se realizar entre o sétimo e o décimo ano.
Os números acima pressupõem colocação integral de cada emissão e ocupação plena das imersões. São cenário de trabalho para dimensionar a estrutura, não previsão de resultado.
21 · Riscos e mitigação
22 · Condições da oferta
| Emissão | 100 tokens, única e definitiva |
| Lote fundador | 70 tokens a R$ 160.000 |
| Segundo lote | 30 tokens a R$ 190.000 |
| Ticket mínimo | 2 tokens |
| Limite por CPF | 3 tokens |
| Titulares | Até 50 por casa |
| Teto por setor | 6 cadeiras |
| Carência | 6 meses, durante a obra |
| Primeira janela de liquidez | Mês 18 |
| Créditos de imersão | 1 por token ao ano, transferíveis |
| Semanas de uso da casa | 24 por ano, entre os titulares |
| Transferência do token | A qualquer tempo, com preferência dos demais |
23 · Próximos passos
| Etapa | Ação | Prazo |
|---|---|---|
| 1 | Leitura da convenção e do regulamento interno do condomínio, com consulta prévia à administração | imediato |
| 2 | Estruturação societária e tributária: objeto social, RET, patrimônio de afetação e integralização do terreno | 30 – 60 dias |
| 3 | Definição jurídica do instrumento e da forma de oferta, com assessoria especializada | 30 – 60 dias |
| 4 | Projeto arquitetônico e aprovação no conselho de arquitetura | 60 – 120 dias |
| 5 | Formação do comitê de investimento e do quadro de mentores | paralelo |
| 6 | Abertura do lote fundador e início da obra | após as etapas 1 a 4 |
As etapas 1 a 3 são condicionantes: nenhuma subscrição é aceita antes de concluídas. A etapa 1 é a de maior risco e a de menor custo — uma leitura de convenção resolve em dias o que, mal verificado, inviabiliza o projeto depois da escritura.
Este documento tem caráter exclusivamente informativo e não constitui oferta pública, recomendação de investimento ou promessa de rentabilidade. Os valores apresentados são estimativas-alvo baseadas em premissas de projeto — valor de mercado do imóvel, custo de obra, ocupação das imersões e desempenho do portfólio de startups — e podem não se realizar.
Investimento em participações de empresas em estágio inicial envolve risco de perda total do capital alocado. O portfólio de venture tem horizonte de sete a dez anos, e a existência de praça de negociação não assegura liquidez. A valorização do imóvel depende de condições de mercado e de avaliação independente por profissional habilitado.
A estrutura societária, tributária e regulatória da operação encontra-se em constituição. A caracterização dos instrumentos, a forma de distribuição e o enquadramento aplicável serão definidos com assessoria jurídica especializada antes de qualquer captação. Nenhuma subscrição será aceita antes da conclusão dessa etapa.
Investment House · Casa 01 · Plano de negócios · documento de trabalho