Você compra uma parte de uma casa de alto padrão — um ativo real tokenizado que vive no seu celular e você transfere ou vende quando quiser. Metade do ano a casa recebe imersões de empresários e gera renda. A outra metade, ela é sua. E as melhores empresas que nascem ali recebem investimento, com você como sócio de todas.
Duas casas abertas
Uma casa mista, com dez setores na mesma mesa, e a primeira casa vertical, só de médicos, sobre um hospital. O formato é o mesmo — o que muda é o ativo e quem senta.
Estudo preliminar · a casa ainda não existe, e por isso mostramos o projeto, não uma foto.
A casa
650 m² projetados para dois usos opostos e igualmente exigentes: receber 21 empresários numa semana de imersão, e ser uma residência de altíssimo padrão nas semanas em que pertence aos sócios.
O ativo
RWA — real world asset — é a classe dos ativos reais representados digitalmente. O que você tem não é uma moeda que oscila com o humor do mercado: é a fração de uma casa que existe, com escritura, matrícula e laudo de avaliação. O que muda é o trilho.
| Imóvel tradicional | RWA · Casa 01 | Criptomoeda | |
|---|---|---|---|
| Lastro | Um imóvel | Um imóvel | Nenhum |
| Entrada | R$ 8 milhões | R$ 160 mil | Qualquer valor |
| Transferência | Cartório, meses | Digital, com preferência | Instantânea |
| Rendimento | Aluguel | Operação e portfólio | Nenhum |
| Uso do bem | Integral | 24 semanas por ano | Não se aplica |
| Oscilação | Baixa | Baixa | Alta |
A infraestrutura
O que separa este modelo de um contrato de gaveta é o trilho. Cada camada tem uma função, e nenhuma depende de confiança cega na anterior.
É essa camada de mercado que muda a natureza do portfólio. Num fundo tradicional, o cotista espera de sete a dez anos pela saída. Aqui, a participação nas empresas nasce negociável — o titular decide quando ficar e quando sair.
Como funciona
↶O capital que volta financia a próxima casa residencial — e quem está na 01 entra com prioridade.
Simulador
Estimativas-alvo do projeto, não retorno assegurado. O primeiro ano fica abaixo do investido — é a obra e a curva natural de um portfólio novo.
Renda distribuída após a carência de obra · acessos pelo valor de face de R$ 20.000 por token ao ano · portfólio de venture avaliado na maturação · imóvel a valor de mercado.
Destino do capital
Metade vira patrimônio físico. A outra metade vira capacidade de investir.
O piso
Preços de casas prontas no condomínio onde a Casa 01 será erguida. O terreno de 1.000 m² já foi adquirido, 30% abaixo do valor praticado.
Como as empresas são escolhidas
Cada imersão divide os 21 participantes em três esquadras de sete, e cada uma constrói um projeto até o MVP com uma equipe de tecnologia residente. No sétimo dia, um dos três é escolhido — e é assim que o deal flow proprietário se acumula, semana após semana.
Os mentores de cada semana não são divulgados. Publica-se o padrão — fundadores e executivos nacionais e internacionais, criadores com operação real por trás da audiência. É a creator economy da vida real, não a das redes sociais. Quem são, em cada imersão, é informação de quem está dentro da casa.
Cada aporte sai em quatro parcelas de R$ 250 mil amarradas a metas. Empresa que não entrega não recebe o restante — e 20% de toda participação vai direto para os titulares, sem passar pelo veículo.
Condições
São 100 tokens em dois lotes, e a emissão termina aí. O segundo lote custa mais porque entra com a obra começada — quem entra primeiro paga menos por assumir mais.
R$ 160 mil é o piso da rede, não o preço de todas as casas.
Nenhum token de nenhuma casa custa menos que isso — cerca de US$ 30 mil, conforme o câmbio do dia. Acima do piso, cada casa define o valor do próprio token conforme o empreendimento que vai erguer: uma casa que constrói um hospital tem ticket maior que uma que constrói a própria sede. O que muda é o formato: a casa residencial, em condomínio de alto padrão como esta, tem cem tokens, até cinquenta titulares e de dois a três tokens por CPF; a casa comercial, em construção de alta demanda como um hospital, chega a 210 tokens. As cinquenta cadeiras valem para as duas.
Nenhum setor ocupa mais de 6 das 50 cadeiras. Oito delas são reserva de composição, alocadas pelo conselho para garantir que a mesa avalie qualquer oportunidade — e não só as do próprio ramo.
O endereço de cada casa é informação de sócio. O condomínio, a rua e a data de entrega são revelados na apresentação individual, e não nesta página.
Escala
Existem clubes de networking. Existem fundos imobiliários. Existem fundos de venture. Nunca os três no mesmo ativo, com os mesmos donos e um token que rende, valoriza e pode ser transferido. Investment House é essa categoria — e ela não depende de um terreno nem de uma cidade.
Isso existe em dezenas de praças no Brasil e no mundo. O modelo viaja inteiro — muda o endereço e o público, não a engenharia.
A oferta não tem valor fixo nem vocação definida de antemão: cada Investment House nasce com propósito, nicho e cidade próprios, decididos com o grupo fundador antes da emissão. O que atravessa todas elas são três constantes.
Esta página descreve a Casa 01, a primeira. As próximas seguem os mesmos princípios com números próprios — e é por isso que ela é um modelo a ser atualizado, não um documento fechado.
Uma casa vertical reúne cinquenta titulares de um setor só, e o que ela ergue muda com quem senta — um grupo de médicos pode construir um hospital, um de produtores uma planta de processamento. Veja as vocações e onde há cadeira aberta.
E cada casa nasce mais barata que a anterior: pronta e livre de ônus, a primeira serve de garantia para pré-construir a seguinte — que já nasce entregue, vende mais rápido e vale mais. Quem está numa casa entra na próxima com prioridade e desconto.
Conselho fundador
A conversa é individual e acontece antes de abrir. Apresentamos o estudo completo da casa, a estrutura do veículo e os instrumentos — pessoalmente e sob confidencialidade.
Solicitar apresentaçãoOs números, em detalhe
O token da startup é instrumento próprio, separado do token da casa, e nasce negociável em corretora. O titular decide empresa por empresa: manter, dobrar no co-investimento, vender a posição ou não entrar.
A janela do mês 18 não exige venda. Com o imóvel livre de ônus, um refinanciamento a 50% do valor devolve cerca de R$ 40 mil por token sem incidência de imposto — e a casa continua operando, com o portfólio vivo até maturar.
Os 100 tokens são emitidos uma única vez e a função de emissão é permanentemente desativada — não é uma promessa de não emitir mais, é a impossibilidade de fazê-lo, conferível por qualquer um no contrato.
O crédito de participação é instrumento separado, não é token e não circula: remunera palestrantes, mentores e parcerias sem consumir caixa da casa. Ele dá direito apenas a resultado do portfólio, nunca ao imóvel, à cadeira ou às semanas de uso, e não converte em token em nenhuma hipótese.
O teto de 500 créditos não é arbitrário: 500 créditos equivalem exatamente ao 1% de cada empresa já reservado a mentores. Acima disso não há de onde emitir — e por isso a participação do titular permanece em 0,02% por empresa, inalterada.
A taxa de 16% remunera a corretagem, a gestão e a administração da emissão. Seu rateio entre corretores, assessores e equipe é política interna da Investment House.
A empresa não retém tokens e não dilui o titular no patrimônio da casa. A parte maior da sua remuneração está na gestão da operação e no resultado do portfólio — ou seja, ela só ganha de verdade quando o titular ganha.
A estrutura societária, tributária e regulatória está em constituição. A caracterização dos instrumentos e a forma de distribuição serão definidas com assessoria jurídica especializada, e nenhuma subscrição será aceita antes disso.
Perguntas frequentes
É uma casa de alto padrão que pertence a até cinquenta empresários e funciona como sede de um ecossistema de investimento. O imóvel não é o produto: é a infraestrutura. A casa recebe imersões de empresários, e as melhores empresas que nascem ali recebem investimento de um fundo dos próprios titulares.
São cem tokens de R$ 160 mil, em emissão única e definitiva. Cada token dá direito a participação no imóvel, cadeira no conselho fundador, distribuição do resultado das imersões, semanas de uso da casa e participação nas empresas investidas. O mínimo é de dois tokens e o máximo de três por CPF.
Não. É um RWA — ativo real tokenizado. O lastro é um imóvel com escritura, matrícula e laudo de avaliação; o token é o registro digital desse direito, não uma moeda que oscila com o mercado. O que muda em relação ao imóvel tradicional é o trilho: posição e documentos no celular, e transferência sem cartório.
Quatro motores com prazos distintos: rendimento da operação com alvo de 14% ao ano após a carência de obra, R$ 20 mil por token ao ano em créditos de imersão, valorização do imóvel na janela do mês 18 e participação no portfólio de startups, que matura entre o sétimo e o décimo ano. São estimativas-alvo, não retorno assegurado.
Sim. O token é transferível a qualquer tempo, com direito de preferência dos demais titulares. A preferência não é burocracia: garante que exista comprador natural e que a mesa não receba um desconhecido. A primeira janela formal de liquidez ocorre no mês 18.
Não. R$ 160 mil — cerca de US$ 30 mil — é o piso da rede: nenhum token de nenhuma casa custa menos que isso. Acima do piso, cada casa define o valor conforme o empreendimento que vai erguer. Uma casa que constrói um hospital tem ticket maior que uma que constrói a própria sede. O que muda é o formato: a casa residencial, em condomínio de alto padrão, tem cem tokens e de dois a três por CPF; a casa comercial, em construção de alta demanda como um hospital, chega a 210 tokens. As cinquenta cadeiras valem para as duas.
Até cinquenta titulares, com teto de seis cadeiras por setor — nesta casa, entre dez setores. Quando um setor fecha, fecha para todos — inclusive para quem tem o dinheiro. A regra existe porque a diversidade da mesa é o que garante a qualidade da diligência.
No mês 18 os titulares decidem, por maioria de dois terços, entre refinanciar ou vender. O refinanciamento devolve cerca de R$ 40 mil por token sem incidência de imposto e mantém a casa operando; a venda encerra a operação. Refinanciar é a rota preferencial, porque preserva o ecossistema.
Em condomínio fechado de alto padrão. O endereço é informação de sócio — condomínio, rua e data de entrega são revelados na apresentação individual, não em página pública. A discrição é regra da casa, não detalhe de marketing.
Empresários, fundadores, executivos e profissionais liberais de renda elevada. A entrada se dá por indicação de um titular ou por avaliação de perfil com um especialista da casa. A recusa não é julgamento de mérito: é composição de mesa.
Um fundo imobiliário entrega ativo e renda. Um clube de empresários entrega comunidade. Um fundo de venture entrega exposição a startups. A Investment House entrega os quatro no mesmo ativo, com os mesmos donos — mais o uso da casa por metade do calendário.
Por taxa de corretagem, gestão e administração de 16% da captação; 20% do EBITDA da operação da casa; 20% do resultado do portfólio; e 2% sobre transferências no secundário. A empresa não retém nenhum token da casa e não dilui o titular no patrimônio — sua remuneração maior está na gestão e no resultado.
A estrutura societária, tributária e regulatória está em constituição, com assessoria jurídica especializada. Nenhuma subscrição é aceita antes da conclusão dessa etapa. As páginas deste site têm caráter informativo e não constituem oferta pública nem promessa de rentabilidade.
Este material é informativo e não constitui oferta pública, recomendação de investimento ou promessa de rentabilidade. Os valores do simulador são estimativas-alvo baseadas em premissas de projeto — valor de mercado do imóvel, ocupação das imersões e desempenho do portfólio — e podem não se realizar.
Investir em empresas de estágio inicial envolve risco de perda total do capital alocado. O portfólio de venture tem horizonte de sete a dez anos e não tem liquidez no prazo do ciclo imobiliário.
Investment House · Casa 01 · documento de trabalho
Fale com a mesa · frequency@investmenthouse.com.br
Esquema por andar · mostramos o que acontece em cada nível do hospital, não a fachada.
O hospital
Três funções no mesmo prédio, em São Paulo: a porta de entrada que acolhe, tria e ensina; o hospital que consulta, opera e interna; e um andar inteiro construído para tratamento canabinoide sob supervisão médica.
O ativo
RWA — real world asset — é a classe dos ativos reais representados digitalmente. O que você tem não é uma moeda que oscila com o humor do mercado: é a participação num hospital que existe, com CNPJ, prédio e operação. O que muda é o trilho.
| Quota de hospital | RWA · Casa 02 | Criptomoeda | |
|---|---|---|---|
| Lastro | Parte da empresa | 30% do hospital, via SPE | Nenhum |
| Entrada | Negociação privada | R$ 1,6 mi, uma cadeira | Qualquer valor |
| Transferência | Alteração do contrato social | Digital, com preferência | Instantânea |
| Rendimento | Lucro, quando distribuído | 30% do resultado, semestral | Nenhum |
| Voz na gestão | Proporcional às quotas | Uma cadeira, um voto | Não se aplica |
| Oscilação | Acompanha a operação | Acompanha a operação | Alta |
A infraestrutura
O que separa este modelo de um contrato de gaveta é o trilho. Cada camada tem uma função, e nenhuma depende de confiança cega na anterior.
É essa camada que muda a natureza da participação. Numa limitada, vender quota exige alterar o contrato social. Aqui, o token troca de mão sem mexer no hospital — e o hospital continua com um sócio só, organizado.
Como funciona
↶O fundo de expansão e o refinanciamento do prédio financiam as próximas clínicas e hospitais da rede.
Simulador
Estimativas-alvo, não retorno assegurado. O hospital ainda não apurou margem, então aqui ela é escolha sua — e a receita aparece em três cenários, do que as premissas somam hoje à meta da casa.
Premissas de hoje: a soma linha a linha do plano do hospital, com a Mesa, R$ 46,2 mi por ano. Meta da casa: R$ 30, 50 e 70 mi por mês no 1º, 2º e 3º ano, sem crescimento depois. Metade da meta: o cenário de rampa do próprio hospital.
Resultado distribuído = receita × margem × 30%, semestral · participação pelo múltiplo de entrada sobre a receita, sem expansão · clínicas da rede sem número até existir contrato.
Destino do capital
Metade quita o prédio. O resto expande a rede e protege a sua distribuição.
O piso
O prédio já recebeu o investimento que o transformou em hospital; a captação faz a quitação, e ele fica em nome do próprio hospital. A avaliação de R$ 150 milhões depende de laudo de avaliador credenciado. Como o prédio garante o refinanciamento, o que conta para você é ele descontada a dívida.
E o valor não para no imóvel. Pronto e operando, o hospital soma ao prédio uma operação com receita de várias fontes — pelo médico, pelo software, pelo autoatendimento e pela formação. É por isso que a oferta precifica o hospital inteiro, e não só as paredes.
Qualquer venda passa pelo voto do conselho e pelo veto da SPE: nenhuma saída acontece sem os titulares.
Como as clínicas nascem
A Mesa da Casa 02 segue a regra da rede: sete dias, 21 lugares, três esquadras de sete e R$ 20 mil por participante. A diferença é onde ela acontece. Os médicos passam a semana dentro do hospital, dormem no conforto médico e praticam como médico auxiliar, ao lado do titular. No sexto dia, um projeto de clínica ou healthtech é constituído.
O corpo clínico de cada semana não é divulgado nesta página. Publica-se o método — evidência declarada, conduta antes de desfecho, e o que não se sabe dito em voz alta. Quem ensina, em cada turma, é informação de quem está dentro.
Fora da Mesa, o Centro de Especialização abre o hospital para quem não pode passar a semana: o workshop cirúrgico transmite o campo a profissionais de saúde de outras praças e de outros países, e as trilhas formam turmas ao longo do ano. São duas receitas do hospital — e dois modelos que cada clínica da rede leva para a própria unidade, junto com a tecnologia de triagem e encaminhamento, o marketing, o fornecimento e o hospital como sócio.
Condições
São 210 tokens em quatro lotes, e a emissão termina aí. Todos compram exatamente o mesmo direito — quem entra antes paga menos por assumir mais. Token não vendido num lote passa ao seguinte, pelo preço do novo lote, e a oferta dura no máximo noventa dias.
Uma cadeira são quatro tokens. Mais tokens não compram mais voz.
A cadeira custa de R$ 1,6 milhão no 1º lote a R$ 4 milhões no 4º. Quem quiser mais de quatro tokens pode ter — os dez que sobram das cinquenta cadeiras existem para isso —, mas o voto continua um só. Cota é retorno; cadeira é voto. E o voto do conselho é o voto da SPE na reunião de sócios do hospital.
Nenhuma área ocupa mais de 6 das 50 cadeiras. Quarenta são clínicas — trinta e seis por área e quatro transversais, que respondem pelo centro cirúrgico, pela ala, pela triagem e pelo ensino — e dez são de expansão, para levar o modelo a outra praça. O conselho executivo de onze mantém a mesma proporção: um diretor clínico, oito cadeiras clínicas e duas de expansão.
Quem ocupa cada cadeira é informação de conselho. O corpo clínico é apresentado na conversa individual, e não nesta página.
Escala
Existem hospitais. Existem cursos de especialização. Existem fundos de saúde. Nunca os três no mesmo ativo, com médicos como donos e um token que rende, valoriza e pode ser transferido. A Casa 02 é essa categoria — e ela não depende de um prédio só.
O modelo viaja inteiro: o que se replica é o protocolo, não o imóvel. Muda a praça e o hospital parceiro, não a engenharia.
O plano dos fundadores do hospital é de dez anos, e é separado desta oferta: uma rede de clínicas e hospitais pela América Latina, com a ambição de ser a maior rede de atendimento direto e indireto da região. Direto, pelo médico. Indireto, pelo software de triagem e pelo autoatendimento. É essa diversidade que sustenta a receita — nenhuma frente depende de uma única porta de entrada.
A Investment House acredita nesse projeto — e investe em novos empreendedores da saúde que acreditam nessa mudança da medicina.
A oferta não tem valor fixo nem vocação definida de antemão: cada Investment House nasce com propósito, nicho e cidade próprios, decididos com o grupo fundador antes da emissão. O que atravessa todas elas são três constantes.
Esta página descreve a Casa 02, a primeira casa vertical. As próximas seguem os mesmos princípios com números próprios — e é por isso que ela é um modelo a ser atualizado, não um documento fechado.
E o prédio ainda guarda uma segunda etapa. Com o hospital operando, os andares podem ser tokenizados um a um: o token de andar recebe o aluguel daquele andar, é vendido pelo valor do laudo, e o dinheiro abate a dívida do prédio primeiro. Menos dívida, parcela menor, resultado maior — e quem está na Casa 02 ganha junto.
Conselho fundador
A conversa é individual e acontece antes de abrir. Apresentamos o plano do hospital, a estrutura da SPE e os instrumentos — pessoalmente e sob confidencialidade.
Solicitar apresentaçãoOs números, em detalhe
A taxa de intermediação e registro, de 5%, é cobrada à parte do valor do token e não sai da captação.
As premissas foram construídas de baixo para cima e somam hoje cerca de um oitavo da meta. Nenhuma está confirmada, e nenhuma margem foi apurada. Calibrar cada linha até as duas se encontrarem é o trabalho que transforma projeção em plano — e é por isso que o simulador mostra os três cenários lado a lado.
Os R$ 666.667 são R$ 533.333 de participação no hospital e R$ 133.333 de fundo. Quando o fundo completa o piso de 2027, ele devolve ao titular parte do próprio capital — por isso o piso não é rendimento, e o simulador não o soma ao total.
O fundo fica em dinheiro até o fim de 2027, porque tem duas funções: completar o piso do ano de rampa e pagar a janela de recompra. O que sobrar depois disso pode entrar nas clínicas da rede como participação direta da SPE, por voto do conselho, guardada uma reserva para a recompra. Assim o titular participa das clínicas por dois caminhos: pelos 30% do hospital, que é sócio de cada uma, e pela própria SPE. Em cada clínica, a proporção entre os dois segue uma regra única, fixada antes da primeira.
A SPE entra com acordo de quotistas que lhe dá veto sobre venda ou nova garantia do prédio, dívida acima de limite, entrada de sócio que dilua os 30%, política de distribuição e contratos com empresas ligadas. O acordo está em redação.
O refinanciamento é feito em duas etapas porque a conta pede. Um empréstimo de R$ 70 milhões em quinze anos, a 1,2% ao mês, pede parcela de cerca de R$ 950 mil — quase três vezes o aluguel de R$ 350 mil que o hospital paga hoje. A primeira etapa cabe no aluguel que deixa de existir; a segunda espera o banco ver faturamento, e cobrar menos por isso.
O token de andar recebe o aluguel daquele andar, nunca receita de atendimento — essa receita já está nos 30% da SPE, e a mesma receita não pode ser prometida duas vezes.
Cada andar é vendido pelo valor do laudo, e o dinheiro abate a dívida do prédio antes de qualquer outro uso. Isso libera o andar da garantia do banco — o token de andar nasce sem ônus — e diminui a parcela que o hospital paga, o que aumenta o resultado de que a SPE participa.
A remuneração da Investment House na Casa 02 é fechada antes da abertura e publicada aqui antes de qualquer subscrição.
A estrutura societária, tributária e regulatória está em constituição. A caracterização dos instrumentos e a forma de distribuição serão definidas com assessoria jurídica especializada, e nenhuma subscrição será aceita antes disso.
Perguntas frequentes
É a primeira casa vertical da rede: cinquenta cadeiras de médicos sobre um hospital real em São Paulo, com centro cirúrgico especializado. O nome do hospital é apresentado a quem passa pela avaliação e recebe o plano. O hospital não é o produto: é a infraestrutura. Nele funcionam a operação hospitalar, um andar construído para tratamento canabinoide e o Centro de Especialização Profissional, de onde saem os médicos que abrem as próximas clínicas da rede.
São 210 tokens em emissão única, em quatro lotes de R$ 400 mil a R$ 1 milhão. Todos compõem uma SPE que detém 30% do hospital. Cada token dá direito a participação no resultado, na valorização do hospital e nas clínicas da rede. A cadeira no conselho exige no mínimo quatro tokens.
Não. O prédio fica em nome do hospital e garante o refinanciamento. O token é participação no hospital inteiro — CNPJ, tecnologia e serviços —, e é por isso que ele alcança todas as receitas, e não só as de um andar. O prédio entra na conta descontada a dívida.
Três partes com prazos diferentes: distribuição semestral de 30% do resultado, valorização do hospital conforme a receita e participação nas clínicas da rede. Em 2027, ano de rampa, o piso de 1,5% ao mês é completado pelo fundo — e isso é devolução do seu próprio capital, não rendimento. A margem da operação ainda não foi apurada. São estimativas-alvo, não retorno assegurado.
Como em toda casa: sete dias, 21 lugares, três esquadras de sete e R$ 20 mil por participante. Na Casa 02 a semana acontece dentro do hospital. Os médicos dormem no conforto médico, separado da internação, e praticam como médico auxiliar, ao lado do titular. No sexto dia, um projeto de clínica ou healthtech é constituído e segue para o conselho.
Porque quem entra antes assume mais risco. Todos os lotes compram exatamente o mesmo direito: o preço cheio é R$ 1 milhão, no 4º lote, e quem entra no 1º paga R$ 400 mil. Token não vendido num lote passa ao seguinte, pelo preço do novo lote.
Cota é retorno; cadeira é voto. Uma cadeira exige quatro tokens e vale um voto, não importa quantos tokens a pessoa tenha — mais dinheiro não compra mais voz. E o voto do conselho é o voto da SPE na reunião de sócios do hospital.
As quarenta cadeiras clínicas são de médicos, por área de atuação, com teto de seis por área. As dez de expansão são das funções que levam o modelo a outra praça. A entrada é aprovada pelo próprio conselho: conselho que não escolhe os próprios pares não é conselho.
Sim. O token é transferível a qualquer tempo, com direito de preferência dos demais titulares. E a cada semestre há janela de recompra de até 10% dos tokens, a valor patrimonial, por ordem de pedido — liquidez real sem provocar corrida.
Ele é quitado com a captação e refinanciado em duas etapas: a primeira no mês 6, com parcela do tamanho do aluguel que deixa de existir; a segunda depois de dois semestres de operação. Com o hospital operando, os andares podem ser tokenizados um a um, e o dinheiro de cada venda abate a dívida primeiro.
De três formas. O dinheiro entra como aumento de capital, então vai para o hospital e não para o bolso de sócio. O fundo de R$ 28 milhões fica na SPE, em dinheiro até o fim de 2027 e fora do alcance dos credores do hospital. E o acordo de quotistas dá à SPE veto sobre o que poderia esvaziar os 30%: venda do prédio, dívida acima de limite, diluição e contratos com empresas ligadas.
A estrutura societária, tributária e regulatória está em constituição, com assessoria jurídica especializada. Nenhuma subscrição é aceita antes da conclusão dessa etapa. As páginas deste site têm caráter informativo e não constituem oferta pública nem promessa de rentabilidade.
Este material é informativo e não constitui oferta pública, recomendação de investimento ou promessa de rentabilidade. Os valores do simulador são estimativas-alvo construídas sobre a meta de receita do hospital e sobre premissas ainda não confirmadas; a margem da operação não foi apurada.
Participação em empresa operacional envolve risco de perda do capital. A avaliação do prédio depende de laudo ainda não emitido, e o banco que refinanciar o prédio tem preferência sobre ele.
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Este material é informativo e não constitui oferta pública, recomendação de investimento ou promessa de rentabilidade. Cada casa tem lâmina própria, com premissas, estrutura e riscos próprios.
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